| Dilma x Agripino - Dilma Rousseff Responde a Agripino Maia - 296 sec Dilma é aplaudida depois de dizer que mentiu na ditadura
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) acaba de dar um carão no senador José Agripino (DEM-RN). Ele lembrou há pouco que a ministra admitiu em entrevista a um jornal ter "mentido bastante" na década de 70, período em que o Brasil era governado por uma ditadura militar. O senador perguntou se estávamos novamente em um "estado de exceção", como aconteceu no tempo da ditadura, onde seria faria necessário mentir. Auteur : flaviorec Tags: Dilma Rousseff senador José Agripino  | | Dilma Rousseff no Jô Soares: PAC e conquistas sociais part 1 - 520 sec Dilma Rousseff no programa do Jô Soares fala do PAC, do sucesso nos programas econômicos e sociais do governo Lula, como o luz para todos, novidades como a mecanização da agricultura familiar, etc. Auteur : tvamigospl Tags: Dilma Rousseff programa do Jô Soares PAC Luz para todos Lula  | | DOSSIË DILMA,FHC,LULA, RENAN E VAIAS - 200 sec DOSSIE DILMA
A EVIDÊNCIA ESCANCARADA DO DOSSIÊ E A CONVERSA MOLE DO ACÓRDÃO
A ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, insiste numa farsa na qual apenas o subjornalismo de aluguel finge acreditar. Dilma vem de longe. Já pintou e bordou. Sabe que quem depende do governo pra viver faz-lhe as vontades. O diabo é que ninguém acredita. Vejam o que vai acima. Se preciso, clique na imagem para ampliá-la. Pois bem. Qual é a tecla em que insiste Dilma?
"Os dados referentes aos gastos estão sendo apenas digitalizados". É mesmo? A versão já está desmoralizada porque o dossiê que circula é um documento de 13 páginas que faz uma seleção dos tais dados. Mas isso ainda é o de menos. Vejam o que vai acima, estampado na página de VEJA da semana passada. Aponta-se a "REVERSÃO DO SALDO PARA CAMPANHA ELEITORAL, ASSINADO POR ESTER FREITAS GONÇALVES -- ASSISTENTE DA DIVISÃO DE ORÇAMENTO".
Simples digitalização? Quer dizer que, no documento oficial colhido pela equipe de Dilma, constava "A REVERSÃO DO SALDO PARA CAMPANHA ELEITORAL"? Isso estava no registro original ou foi ali acrescentado pela equipe que apenas "digita a base de dados"? A VEJA escreveu, então, na edição passada: "O documento sugere que houve promiscuidade entre o dinheiro público e a campanha eleitoral dos tucanos".
Na Folha de hoje, a repórter Marta Salomon observa que, "numa das páginas, a coluna 'observações' do relatório anota o nome do funcionário que autorizava gastos no Palácio do Planalto em 1998, como uma possível sugestão a que fosse convocado a depor na CPI dos Cartões." (íntegra aqui).
Quer dizer que a "base de dados" de Dona Dilma — que, oficialmente, apenas traz documentos digitalizados — faz sugestões de convocação para a CPI e também promove acusações sobre promiscuidade eleitoral? Ela tem explicações para isso? Ela não tem. O Painel deste sábado, da Folha, lembrava que os dados estão fora de ordem cronológica, que Ruth Cardoso é apenas "Dona Ruth" e que uísque vira "uiscão". É o rigor técnico da equipe da Mãe do PAC...
Bem, ninguém mais tem dúvida de que se trata mesmo de um dossiê, montado com o objetivo de intimidar a oposição, com o fito exclusivo de impedir, sabe-se lá por quê, a divulgação dos gastos do presidente Lula. E já se sabe mais: dossiê coordenado pela equipe de Dilma, com o pleno conhecimento dos ministros José Múcio (Articulação Institucional), Paulo Bernardo (Planejamento) e Franklin Martins (Comunicação Social). E, claro, com o pleno conhecimnto do pai de todos: Lula.
Lambança com o TCU
Na carta enviada à VEJA, a ministra tenta se escudar no acórdão 230/2006 do TCU, que indicaria a regularidade da digitalização. Seus porta-vozes oficiosos insistem nisso. Trata-se, como dizer?, de uma empulhação.
Aliás, por que acreditar, em princípio, no blog ou em Dilma, nao é? Ganha um doce quem encontrar no documento conteúdo que referende as palavras da ministra. O tal acórdão está aqui. Infelizmente, Dilma não fala a verdade. Ontem, ela disse: "Provem que é dossiê". Está provado. Agora eu desafio: "Prove, minstra, que a senhora apenas seguiu ordem do TCU".
E tem mais: fosse mesmo mera digitalização de documentos, então seria preciso admitir que há gente cometendo outro crime, não é?, ao fraudar a natureza de documentos oficiais, conforme se prova, se demonstra e se mostra acima. Mais ainda. Leia nota abaixo: Elio Gaspari informa que a valente Dilma Rousseff tinha contado a um grupo de 30 empresários, num jantar, que o governo fazia o seu levantamento. E "o tom era policial", escreve o jornalista.
Eis um governo sem dúvida popular com reiterada vocação para o estado policial. Não há nisso nenhuma contradição essencial. As duas coisas podem conviver. Não seria inédito no mundo. Aliás, não seria inédito nem no Brasil. Com todas as óbvias diferenças, a ditadura militar foi popular, sim — especialmente quando o país chegou a crescer 13% ao ano. Como popular foi o Getúlio Vargas facinoroso do Estado Novo.
Alguns idiotas da objetividade, diante dessa evidência, preferem atacar as oposições. Sorte nossa que não fazem crônica política em 1940 ou em 1968. Falarei a respeito em outro post. Que fiquem agora o registro e um norte moral: temos de ser especialmente vigilantes justamente porque o governo Lula conta com a aprovação popular. Ela não o coloca acima das leis.
Por Reinaldo Azevedo Auteur : hcult Tags: DOSSIE DILMA  | | DILMA ROUSSEFF - PROGRAMA DO JÔ - 26 MAIO 2008 - PARTE 1 - 588 sec PARTES 1, 2, 3, 4, 5, 6 E 7 TRAZEM O PROGRAMA COMPLETO. Auteur : CDFCL7 Tags: DILMA ROUSSEFF PROGRAMA DO JÔ 26 DE MAIO 2008  | | DILMA, A DAMA DE FERRO, DERRETE EM CHORO NO SENADO - 131 sec Dilma Rousseff
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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, concede entrevista coletiva no Palácio do Planalto.Dilma Vana Rousseff Linhares (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores, e atual ministra da Casa Civil. É graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado em teoria econômica e doutorado em economia monetária e financeira, ambos pela Unicamp.
Na década de 1960, durante os regime militar, participou da luta armada atuando em organizações clandestinas de esquerda, como a Política Operária e o Comando de Libertação Nacional (COLINA).[1]. Participou, na época, da ação que subtraiu o cofre do ex-governador paulista Adhemar de Barros onde foram encontrados US$ 2,6 milhões de dólares americanos. Por essa ação, Dilma foi condenada e esteve presa entre 1970 e 1973 nos órgãos públicos de repressão política, quando foi torturada. Em dezembro de 2006, a Comissão Especial de Reparação da Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro aprovou [1] pedido de indenização por parte de Dilma e outras 18 pessoas presas em dependências de órgãos do governo estadual na época.
No final da década de 1970, casou-se com o também militante político Carlos Araújo, fixando residência no Rio Grande do Sul.
Participou da reestruturação do Partido Trabalhista Brasileiro, vínculada ao grupo de Leonel Brizola. Após a perda da sigla para o grupo de Ivete Vargas, participou da fundação do Partido Democrático Trabalhista.
Foi Secretária de Minas e Energia durante o governo Alceu Collares no estado, entre 1991 e 1995. Em 1998 o petista Olívio Dutra ganha as eleições para o governo gaúcho com o apoio do PDT no segundo turno e Dilma retornou à Secretaria de Minas e Energia. No final de 1999 o PDT deixa o governo e exige de seus filiados a entrega dos cargos. Dilma sai do PDT e filia-se ao PT continuando no governo a exemplo do que também fizeram Emília Fernandes, Milton Zuanazzi e o trabalhista histórico Sereno Chaise.
Dilma Rousseff integra o governo de Lula desde o início, em 1º de janeiro de 2003, como ministra de Minas e Energia. Trocou de cargo, e passou a chefiar a Casa Civil em 21 de junho de 2005, em lugar de José Dirceu. Auteur : hcult Tags: DILMA PRESIDENTE  | | Dilma X Agripino : nocaute no primeiro round - parte 1 - 181 sec Dilma Rousseff responde ao senador José Agripino Maia a respeito do dossiê FHC em audiência no Senado na Comissão de Infra-estrutura sobre o PAC.
www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com Auteur : tvamigospl Tags: Dilma Rousseff Agripino Maia dossiê PAC  | | Dilma X Agripino : nocaute no primeiro round - parte 2 - 210 sec Dilma Rousseff responde ao senador José Agripino Maia a respeito do dossiê FHC em audiência no Senado na Comissão de Infra-estrutura sobre o PAC.
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Dilma Rousseff, a fascinante!
Houvesse professores disponíveis — não os há —, em vez de filosofia e sociologia, que só servirão à esquerdopatia petista, as escolas deveriam voltar a dar aulas de latim. Sim, perdemos muito por ignorar a origem das palavras e seus sentidos ora múltiplos, ora avessos mesmo ao que vai sendo consagrado pelo uso. Assim, digo, sem sombra de dúvidas, que Dilma Rousseff é mesmo uma personagem "fascinante".
Vá lá ao Houaiss: "Fascínio: qualidade ou poder de fascinar, de exercer forte atração; sensação de deslumbramento, de encanto". Agora vamos ao Dicionário Latim-Português, de Francisco Torrinha: "Fascinum; fascinus — malefício, sortilégio, quebranto, olhado". Há mais coisas no verbete, mas preferi ignorar porque remete a certas obsessões que os romanos adoravam desenhar em porte avantajado pelos muros da cidade. Acreditavam ainda que andar com a estrovenga no pescoço, na forma de amuleto, afastava a má-sorte... Olhem que bacana o estudo do sentido da palavras: foi a partir do "quebranto" e do "(mau) olhado", que deixaria as pessoas meios abobadas, que se chegou ao sentido que conhecemos de "fascinante" — de certo modo, contrário ao original.
Sim, vejo Dilma é penso em fascínios... Mas a propósito de que isso tudo?
Fiquei um tanto abobado quando a ministra, num terninho azul-bebê (Dona Reinalda me disse que aquilo é "azul-bebê" (eu sei qual é o rosa-bebê, nesta casa de mulheres...), disparou a seguinte frase sobre Denise Abreu: "NÓS TÍNHAMOS UMA CONSIDERAÇÃO RAZOÁVEL PELA DOUTORA DENISE".
Deus me defenda dos sortilégios de Dilma Rousseff. Se tiver de escolher, prefiro que ela me odeie. Que diabo quer dizer "CONSIDERAÇÃO RAZOÁVEL"? Quem é esse "nós"? Ah, Dilma me fascina, mas não me deixa abestado. Reparem que ela usa muito esse pronome. E não é plural majestático, em que o sujeito, humildemente, trata a si mesmo como multidão. Não! O "nós" de Dilma pretende designar, sei lá, algo como "o sistema", "o coletivo", "o partido".
Tenho absoluta certeza de que, quando ela era a companheira Estella na organização terrorista VAR-Palmares, já dizia esse "nós" como quem evoca determinações celestiais — ou do outro extremo do céu, tanto faz, né?, que não quero aqui ser acusado de fazer proselitismo cristão, hehe...
Vou confessar. Senti até uma pontinha de medo por Denise. A companheira Estella tem todo jeitão de que gostava de ler o mala do Pablo Neruda, com aquele ar de Buda dos Andes, e não ganhou seu tempo lendo Borges... Mas eu leio por ela. E se a gente lesse a frase de Dilma ao contrário? Quem diz "NÓS TÍNHAMOS UMA CONSIDERAÇÃO RAZOÁVEL PELA DOUTORA DENISE" está dizendo: "NÓS NÃO TEMOS MAIS UMA CONSIDERAÇÃO RAZOÁVEL PELA DOUTORA DENISE". Ter sido um deles, como foi Denise, e não ser mais objeto de "consideração razoável" talvez seja um pouco assustador. É como se dissesse: "O sistema não gosta mais de você".
"Fascinus" puro! Sortilégio!
Entendo também que o "sistema" distribui "considerações" em graus, talvez de acordo com os serviços prestados.
Prestar atenção
Acredito haver aspectos nas entrevistas de Denise Abreu e de Marco Antonio Audi ao Estadão que não podem se perder em meio à voragem e aos detalhes:
1 - A ex-diretora da Anac afirma ter sido vítima de um dossiê. Ela não diz, mas acho que todos entendemos a sugestão de que pode ter sido coisa da Casa Civil. Ela é explicita em dizer que Dilma teria usado contra ela informações que, descobriu depois, estavam no tal dossiê;
2 -- Marco Antonio Audi deixa claro que o chinês Lap Chan ameaçou não dar mais um tostão ao negócio e que praticamente impôs a venda da Varig à Gol. Audi ainda teria tentado a TAM, mas não houve tempo. É preciso saber:
a) a TAM estava disposta a dar mais pela Varig?;
b) se a TAM aceitava dar mais, por que o governo só autorizaria a venda para quem aceitava dar menos?;
c) digamos que alguém estivesse escrevendo um roteiro de ficção:
1 -- Hipotéticas empresas G e T estão interessadas na também hipotética empresa V;
2 - a empresa V, que não é boba, prefere a empresa T, que paga mais;
3 - mas o negócio depende de autorização do governo, que só aceita vender para a empresa G, que paga menos;
4 -- o roteirista já tem um mistério, um enigma, e precisa tirar o leitor ou telespectador da sinuca. O que se passa?
5 -- o roteirista, cheio de caraminholas, inclui em sua história o pagamento de um complemento, "por fora" (vocês sabem: "recursos não-contabilizados", como diria Schopenhauer) não ao dono da empresa V, mas aos agentes oficiais que forçaram a venda para a empresa G.
Ah, para que não nos esqueçamos: Dilma, que cuida de coisas tão elevadas, ainda encontra tempo para pedir, pessoalmente, a transferência para Brasília da mulher de um terrorista. Eis um exemplo de consideração bem acima do "razoável".
Histórias verdadeiramente fascinantes, cheias de sortilégios.
Por Reinaldo Azevedo Auteur : hcult Tags: DILMA VARIG  | | JO SOARES!SENADOR É ESCULACHADO PELA MINISTRA DILMA ROUSSEFF - 147 sec Ao falar abobrinhas, o senador Agripino se arrepende e ouve o que não quer da Ministra Dilma. Auteur : nordesttino Tags: Brazil Brasil Lula política dilma rousseff mensalão brasilia jo soares sexteto pt psdb nordeste sudeste sul federal  | | Dilma Rousseff no Jô Soares: bolsa-família part 2 - 420 sec Dilma Rousseff no programa do Jô Soares fala do bolsa-família, ascensão social dos brasileiros no governo Lula, depois de sua militância política no Rio Grande do Sul, primeiro no PDT de Brizola, depois no governo petista de Olívio Dutra. Auteur : tvamigospl Tags: Dilma Rousseff programa do Jô Soares Bolsa-família PDT Brizola Lula  | | Dilma - 224 sec kkkkkkkk Auteur : juninho1408 Tags: xaul  | | Dilma Roussef no Programa do JÔ 1/6 - PARTE 2/10 - 639 sec 26/05/2008
Ministra da Casa Civil Dilma Roussef fala de sua carreira política. Ela foi guerrilheira na década de 60, chegou a ser presa e torturada. Dilma fala também do PAC e do governo Lula. Auteur : marlimabrasil Tags: dilma roussef pac governo lula política programa jô soares rede globo  | | Dilma Roussef responde à altura Agripino Maia - 203 sec http://womni.blogspot.com/
A ministra Dilma Roussef responde à altura o senador Agripino Maia que quis desqualifica-la, "pinta-la" como alguém não confiável, por ter a mesma afirmado que mentiu sob tortura, mas ela "detonou-o". Não estou afirmando que a Dilma Rousseff seja um poço somente de virtudes. Em nossa classe política, eu não confio em ninguém; acho que politico brasileiro honesto, nasce morto. Porém essa "rachada" que ela deu nele, foi ótima. E sempre achei também, que a mentira, nem sempre é maléfica, alías em muitos casos ela é uma virtude e sinal não de covardia, mas de coragem. Auteur : xluccas Tags: Dilma Roussef Agripino Maia tortura ditadura mentira  | | Dilma Roussef no Programa do JÔ 2/6 - PARTE 3/10 - 645 sec 26/05/2008
Ministra da Casa Civil Dilma Roussef fala de sua carreira política. Ela foi guerrilheira na década de 60, chegou a ser presa e torturada. Dilma fala também do PAC e do governo Lula. Auteur : marlimabrasil Tags: dilma roussef pac governo lula política programa jô soares rede globo  | | Dilma Roussef - 79 sec A ministra Dilma Roussef deu uma resposta ao senador Agripino Maia que lhe colocou no devido lugar. Auteur : marcoslula Tags: Dilma Roussef Agripino Maia Presidenta 2010  | | Dilma Rousseff ou Companheira Estella? - 287 sec Vídeo comentando a performance da ministra Dilma no Senado, afirmando que temos uma oposição covarde que não ousa falar a verdade sobre o passado da guerrilheira, que não lutava por democracia alguma, mas sim pelo regime cubano. Auteur : constantinorodrigo Tags: Rodrigo Constantino Dilma Rousseff  | | Dilma Roussef no Programa do JÔ 5/6 - PARTE 6/10 - 654 sec 26/05/2008
Ministra da Casa Civil Dilma Roussef fala de sua carreira política. Ela foi guerrilheira na década de 60, chegou a ser presa e torturada. Dilma fala também do PAC e do governo Lula. Auteur : marlimabrasil Tags: dilma roussef pac governo lula política programa jô soares  | | Dilma Roussef no Programa do JÔ 6/6 - PARTE 7/10 - 575 sec 26/05/2008
Ministra da Casa Civil Dilma Roussef fala de sua carreira política. Ela foi guerrilheira na década de 60, chegou a ser presa e torturada. Dilma fala também do PAC e do governo Lula. Auteur : marlimabrasil Tags: dilma roussef pac governo lula política programa jô soares  | | Dilma Roussef respondendo ao senador José Agripino - 296 sec A atitude do líder do DEM, senador José Agripino, na abertura dos trabalhos da Comissão de Infra-estrutura do Senado, na manhã de hoje, já pode ser inscrita nos Anais do Congresso como uma das mais grosseiras agressões desferidas contra uma autoridade que vai ao Congresso Nacional prestar contas dos atos de sua pasta.
Ao agredir a ministra Dilma Roussef, ao trazer de volta eventos, dores e peripécias de sua juventude, de sua prisão e tortura na cadeia da ditadura, o senador José Agripino manchou a própria biografia. Auteur : paulodavida Tags: Dilma Roussef respondendo ao senador José Agripino  |
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